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“Qual o meu verdadeiro desejo?”

Por que escolher um acompanhamento em psicologia integral?

  • Nada do que faço me parece bom e, por isso, minha vida profissional está estagnada.
  • Sinto dificuldade de encontrar uma relação amorosa sólida e saudável.
  • Fico muito ansioso só de pensar em precisar falar com um desconhecido.
  • Tenho tido crises de ansiedade cada vez mais frequentes sempre que saio na rua.
  • Sou imigrante e nunca me senti em casa no meu novo país. Tenho dificuldade de achar o meu lugar.
  • Não me sinto realizado em meu trabalho, mas não sei o que gostaria de fazer.
  • Minha vida virou de cabeça pra baixo depois que perdi um ente querido.
  • Tenho medo da hora das refeições, porque não quero engordar. Acho que minha vida seria melhor se eu perdesse peso.
  • Tenho medo de me abrir e experimentar algo novo na minha vida.

Mas afinal, o que é a Psicologia Integral?

A chave do acompanhamento psicológico individual é o desejo de enxergar outras possibilidades.

Você sabia que…

O acompanhamento psicológico é uma verdadeira filosofia de vida: Eu aprendo a me conhecer e a olhar para as situações que ocorrem na minha vida de um jeito diferente, para assim ser capaz de compreendê-las.

 

A chave do acompanhamento é essa vontade de olhar para outras possibilidades. É um caminho de desenvolvimento pessoal que não tem um contrato de número de sessões, nem uma garantia de “melhora”. Afinal,  tudo depende da disponibilidade de cada um da pessoa para encarar a sua vida, suas relações, os acontecimentos, e querer mudar. Essa vontade de mudar é necessária para que a pessoa continue na terapia.


Tudo começa com um sintoma, que é apenas a ponta do iceberg, algo que está aparente na superfície. Esses sintomas são muito variados: pânico, insônia, distúrbios alimentares, descontrole emocional, ansiedade, dificuldades de adaptação intercultural, conflitos familiares…

Durante uma sessão, os parceiros devem, por um lado, conseguir explicar suas frustrações e seus problemas e, por outro lado, ouvir (e entender) os de seu cônjuge. A ideia é trabalhar a fundo a comunicação dentro do casal, levando em conta a história e o passado de cada um. Desta forma, o casal pode encontrar novas bases para recomeçar uma relação mais saudável, com alicerces mais sólidos.

Às vezes, é necessário um grande número de sessões antes que os efeitos sejam percebidos. Não é uma solução rápida: os parceiros precisam estar realmente envolvidos e se responsabilizar pela própria melhora para que o processo traga frutos.

E como é esse acompanhamento?

Meu acompanhamento é feito com a psicologia integral, uma forma de trabalho integrativo que leva em conta os campos mental, emocional, social, cultural e corporal. Também emprego a abordagem sistêmica, que uso igualmente em terapia de casais e na constelação familiar. Essa abordagem trabalha o sistema familiar e as histórias familiares que influenciam positiva e negativamente as relações e a vida atual da pessoa. 

 

Com o passar do tempo, cada um vai abrindo conteúdos que estavam latentes, mas que ela sequer conseguia enxergar antes. Certos sintomas podem ter causas muito profundas que só podem ser acessadas com o tempo e com o crescimento do indivíduo, conforme cada um vai se instalando progressivamente em outro modo de ver a vida, de ver a si mesma e, principalmente, de agir. 


O mais importante nesse tipo de acompanhamento é estabelecer uma relação terapêutica de confiança, em que a pessoa se sinta à vontade para falar de tudo. Essa é a base para o crescimento. A escuta terapêutica leva a pessoa a identificar o próprio desejo e assumir o que ela de fato quer, tirando um pouco das exigências sociais e pessoais para acessar o centro do ser.

A Terapeuta

Meu nome é Paula. Sou natural de Recife, Pernambuco, no nordeste do Brasil. 

 

Meu interesse em psicologia começou por volta dos 14 anos. Foi quando tive, pela primeira vez, contato com Jung e suas ideias sobre o inconsciente coletivo, os arquétipos, a mitologia…

Na faculdade, cursei Fisioterapia por um ano e meio, mas logo ficou claro que aquele não era meu caminho. Assim, apesar da resistência da minha família, pedi transferência para o curso de Psicologia.

 

Fiquei encantada com o estudo da mente, das relações e do comportamento humano. Foi uma revelação.

 

Outra revelação ainda maior veio ainda no meu primeiro ano, quando fiz um estágio em uma ONG budista (NEIMFA) na favela do Coque, considerada a mais violenta do Recife. Ali, eu desenvolvia um trabalho de grupo com crianças desfavorecidas e os pais delas.

 

A NEIMFA adotava uma abordagem Transpessoal. A Psicologia Transpessoal é uma escola de pensamento transdisciplinar que estuda o ser humano em sua totalidade, incluindo os aspectos espirituais, sociológicos e históricos, além de reconhecer o potencial dos diferentes estados de consciência. Essa abordagem fazia muito mais sentido para mim do que a psicologia clássica.

 

Ao mesmo tempo, também trabalhei durante 5 anos como cuidadora em um dispositivo extra-hospitalar. Eu tomava conta de pacientes que saíram de longos anos de internação psiquiátrica para voltarem a viver em sociedade. Essa experiência também foi muito rica. 

 

Em 2012, minha vida mudou completamente após uma viagem de férias a Nice, na França. Assim que desembarquei no país senti uma identificação imediata. Foi muito difícil retornar a Recife depois dessa experiência.

 

Assim, intrigada com esse sentimento de pertencimento em um país que eu nem conhecia, decidi fazer um mestrado na área e obtive uma bolsa de estudos integral em Psicologia Intercultural na Universidade Paris XIII. Foi nesse curso que me especializei nos diversos assuntos ligados à imigração com que trabalho até hoje: o bilinguismo, os casais interculturais, adaptação e a integração do imigrante, os conflitos familiares, os conflitos do imigrante com a cultura local, os imigrantes ilegais… 

 

Em seguida, engatei um doutorado em Psicologia Intercultural com o tema da Obesidade. Também dei aulas na Universidade Paris XIII das disciplinas Identidade e migração e Psicopatologia da criança

 

Foi somente ao cabo de 9 anos de profissão que de fato percebi que precisava criar uma nova forma de trabalhar, uma forma só minha, em que passaria a olhar o ser humano de forma integral. Senti que precisava sair do mental (tão valorizado na psicologia clássica) para ir para o corpo, para a intuição – não só dos pacientes, mas também a minha. 

 

Em 2017, tomei contato com a cromopuntura. Essa técnica ampliou a minha prática (e também a minha vida). Com a psicologia, eu podia trabalhar com a mente. A cromopuntura permitia também que eu tratasse o corpo e o espírito. Alguns anos depois, as Constelações Familiares vieram completar minhas consultas de forma magistral, abrindo as portas para acessar a ancestralidade.

 

Em 2020, mudei para Annecy e, alguns meses depois, para mais perto da fronteira suíça. Em 2022, abri meu primeiro consultório nesse país, na cidade de Nyon. 


Depois de 12 anos de carreira, finalmente me sinto pronta para falar de meu trabalho, de minhas práticas e de meu método de tratamento do ser humano em todos os seus aspectos, que se chama Psicologia Integral.

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Testemunhos

Vejas as transformações que a Psicologia Clínica pode proporcionar a você

Para quem é indicado ter um acompanhamento psicológico?

Para adultos, idosos e adolescentes que busquem caminhos de solução para:



  • Liberar bloqueios, medos e traumas
  • Harmonizar relações afetivas
  • Melhorar os relacionamentos entre pais, filhos e esposos.
  • Lidar com situações de perda e luto
  • Sentir plenitude, amor e equilíbrio emocional
  • Liberar-se do passado e viver no presente
  • Lidar com as próprias emoções 
  • Compreender os bloqueios de não estar satisfeito na vida profissional, amorosa ou familiar.
  • Aceitar críticas sem se ferir
  • Desenvolver autoconfiança, se escutar e equilibrar sua relação com você mesmo.
  • Compreender sua história de vida
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Fotografia da Paula Vieira Sellier
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+41 77 498 78 58
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